Estação de Tratamento de águas pluviais
Telhados de chumbo do Museu dos Vikings na cidade de Schleswig
3P Hydrosystem 1000 metal
trata as chuvas que precipitam sobre o telhado
O Museu dos Vikinngs Haithabu em Schleswig tem, por considerações arquitectônicas, uma cobertura de chumbo. Como o prédio se situa fora da cidade, as águas pluviais precisam ou ser infiltradas ou despejadas num braço secundário do rio Schlei, que merece cuidados ambientais específicas. A abrasão de chumbo dos telhados e das fachadas monta a, considerando o prédio como um tudo, a cerca de 6 quilogramaa por ano.
Com isso haveria um risco premente do solo ou das águas, se a água pluvial fosse infiltrada ou despejada no rio Schlei sem o devido tratamento. Como não se conhecia as formas de ligações químicas do chumbo na chuva drenada, extensos pesquisas preliminares foram realizadas. Para este propósito 1.000 litros da chuva do telhado foram captados e levado ao laboratório. Lá se executou testes em colunas, para poder providenciar um material de filtragem otimizado para este projeto.
Dados do Objeto
- Local: Schleswig
- Ano de execução: 2007
- Tipo das áreas conectadas: Telhados de chumbo e fachadas
- Extensão da área: ca. 1.500 m2
- Unidade de filtragem: 3 Hydrosysteme DN 1.000 metal


Tratamento da água de chuva
As chuvas drenadas do telhado e das fachadas são tratadas por filtros do tipo 3P Hydrosystem 1.000 metal, para em seguida, ao lado do prédio, serem infiltradas em três drenos subterrâneas ao encontro do lençol freático. Os sistemas de filtragem foram acomodados em poços de concreto. O subsolo é parcialmente composto por barro, por isso há saídas com redutor para o rio Schlei nos drenos Um poço de controle na saída possibilita a captação de amostras, que são testadas quanto à concentrações de chumbo. A meta é de reduzir as concentrações médias de chumbo dos cerca de 6 mg/l na chuva drenada para abaixo de 0,025 mg/l, para que o solo e a água subterrânea fiquem protegidos a longo prazo.
Durante o primeiro ano captou-se amostras da água a cada mês, e as concentrações de chumbo foram comunicadas à autoridade local de fiscalização da água. Assegurou-se desta maneira que há uma eficiência adequada da depuração.